"Um homem pode imaginar coisas que são falsas, mas ele pode somente compreender coisas que são verdadeiras, pois se as coisas forem falsas, a noção delas não é compreensível." [Issac Newton]
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Seres sem Alma.
Zumbis. Seres depravados e depravantes. Eles que tem a carne morta, um corpo esquelético, com aqueles dentes deformados, assim como todo o resto de sua “vida”. Presos por toda a eternidade em sua sede de carne fresca, cheias de sangue. Perambulam sem destino e sem objetivo, querem você e tudo o que acompanha o seu corpo. Estamos todos presos a algo. Mortos. Em estado de putrefação da alma, do ser do intimo e do coração.
“Estamos fugindo, procurando abrigo para passar a noite, pois parar por mais tempo que isso em um lugar, é querer chamar a atenção dos corpos sem alma que se rastejam por aí. Procuramos mantimentos em supermercados e conveniências abandonadas, já não sabemos o que é comer uma comida fresca, feita na hora, os enlatados se tornaram o nosso maior, principal e único alimento. Não sabemos até quando vai dar para sobreviver nessas condições. Procuramos combustível, mas os postos estão secando, assim como tudo o que era vivo neste planeta. Pegamos uma estrada, não me lembro mais para qual cidade ela leva. Avistamos uma cidade, vamos (tentar) entrar. Há muitos carros parados na entrada/saída da cidade. Espere, o que é aquilo? Um trailer de lanches ativo? Tem um humano lá dentro! O que ele espera, que pessoas vão até lá comprar um cachorro-quente? O silêncio é demais. A desconfiança cresce. CORRAM, CORRAM, ELES ESTÂO VINDO! Fugimos novamente, sem a chance de procurar mantimentos ou combustíveis e os zumbis estão lá, se deliciando com o sangue alheio...”
Sonho maldito!
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Tons.
Rotina rotineira. Final do inverno, quase início da primavera e mais parece que estamos no outono, não porque o clima esta ameno ou qualquer coisa do tipo, mas porque as árvores estão despencando suas folhas (como nós despencaremos sem vida um dia) e as que permanecem intactas, o tom é de um amarelo desbotado ou um bege sem tesão. Parecem sem vida, igual à rotina e igual ao coração de muitas pessoas.
Cadê o verde, natureza? Cadê os tons vivos que mentalmente e aparentemente representam vida, vibração e beleza? Até esses tons estão apagados, como a alma daqueles que andam sobre essa superfície rochosa.
Ouço gritos de socorro em cada olhar que cruza com o meu. Uns querem socorro financeiro, outros socorro amoroso, mas há uns especiais que desejam socorro espiritual. E o que posso fazer?
Busque os tons vibrantes nos tons apagados da sua alma e descubra você mesmo o que pode ser feito e como dá para continuar em cima dessa superfície rochosa, sem cair bege e sem vida em cima da grama verde.
sábado, 11 de agosto de 2012
Estupides.
Um erro. Um “esporro”. Um momento de raiva. Uma decepção. São situações presentes diariamente em nossa vida. Como é fácil nos decepcionarmos com pequenas coisas, nos decepcionamos até com nós mesmos.
Como é fácil passarmos raiva, principalmente quando somos confrontados, quando algo não é feto do jeito que queremos, quando uma coisa é dita e ela não nos agrada.
Como é fácil dar e receber um “esporro”, todos estão prontos para julgar, criticar e falar mal. Se brincar, temos todos os tipos de “esporros” preparados e na ponta da língua, só para serem jogados na cara de quem acharmos merecer ou serem jogados na nossa cara, afinal, você não é só o caçador, há dias que se tornará a caça.
Errar. Como é fácil. Humanos imperfeitos que não aceitam tal imperfeição. Cheios de si. Cheios de crenças, de superioridade. Cheios de “achismos”. Se colocam sempre em primeiro lugar, eu isso, eu aquilo.
Não sei se seria mais fácil, mas penso que é mais “digno” acreditarmos que somos imperfeitamente perfeitos, cada um dentro da sua imperfeição, é capaz de agir na perfeição. Entretanto, querem acreditar que perfeição é não agir na imperfeição, abrindo mão do podem fazer de melhor, sem superioridade. Erram estupidamente!
“Eu que já não sou assim, muito de ganhar. Junto às mãos ao meu redor, faço o melhor que for capaz, só para viver em paz.” (O vencedor – Los Hermanos)
Me basta neste mundo de superioridade extremas, de achismos loucos e de comodismos internos, viver em paz dentro dos meus ganhos imperfeitos.
“Um dia me disseram que as nuvens não eram de algodão.” ~ Vivemos uma mentira constante.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Alecrim
Um campo aberto. Árvores altas em alguns lugares. Um rio com queda d'água. Um abraço simples. Uma borboleta. Um indígena. Um amor. Uma união surpreendente e uma história sem fim. Uma metáfora mal feita em uma realidade apaixonante.
Vivendo e Realizando. Vivendo a nossa realização.
Boa noite!
terça-feira, 6 de março de 2012
Fantasia
Tic – tac, tic – tac, o relógio na parede do meu quarto canta. Eu deito na minha cama apreciando esse som, fecho os olhos e meus pensamentos voam para longe dali, encontrando vários rostos que não reconheço, a meia que esta no meu pé não o aquece e o gelar dos dedos me leva a um lugar idealizado em meus sonhos. O lugar é frio, a neblina começa a cobrir tudo quase que instantaneamente, os tons vivos e vibrantes se transformaram, tudo esta preto e branco.
Alguém passa correndo por mim e esse alguém sou eu. Estou vendo meu próprio reflexo em um sonho, onde aparentemente eu participo duplamente, isso é possível? Quem poderá dizer que não, afinal, se trata do meu sonho, minha mente comanda tudo. Pode chamar de fantasia, loucura ou insanidade não me importa.
São tempos difíceis, tudo parece estranho, algumas certezas carrego comigo, mas ainda me sinto confusa e não nego. Um sonho real (para mim), ainda sinto o gelar dos dedos. Não vejo mais as cores. Pessoas estranhas estão por perto, mas e eu? Eu estou correndo, desesperada, perdida, estou à beira da loucura e nada posso fazer.
Vejo um penhasco, uma brisa suave passar pelo meu rosto, jogando aos poucos meu cabelo para trás, sinto uma enorme vontade de pular, para poder desfrutar pelo menos um pouco daquela sensação de liberdade e quem sabe assim as coisas mudam para mim. Eu pularei. Eu pulei. Eu voei. Eu me libertei e por fim, eu acordei. Acordei, mas não sei onde estou, quarto estranho, pessoas estranhas, alguém toca em mim, novamente volto a dormir, não me importa mais nada agora, a verdade foi descoberta, todos os estranhos ali estão na mesma situação que eu. Estamos todos mortos, finalmente.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Retrospecto dos meses
Janeiro: férias, amigos novos, mãe, irmão, viagem, lugares legais, praia, novas paixões, familiares distantes e nova visão das coisas.
Fevereiro: continuação das férias em casa, revendo os amigos, saindo, brigando, mudando o meu caminho e encontro com o João, meu padrasto.
Março: mais decisões, volta as aulas na minha antiga escola, encontro com o meu irmão Rogério, despedidas, conversas, choros, compra da passagem, mudança para Uberlândia - MG, família e festa.
Abril: encontros e desencontros, projetos, desespero, familiares doentes, tristeza, nostalgia, azar, má sorte e papos pelo msn (amizade com escravos pantaneiros).
Maio: esperança, prova, resultado da Universidade, decisões, problemas, choro, mais problemas, revolta, aniversário, uns foda-se, família inútil, briga, caminhada, namoro a distância, bebedeira e truco.
Junho: desistindo da faculdade antes mesmo de começar, problemas, uma decisão definitiva, brigas, meu aniversário, o pior de todos, cunhada solidária, vinho, ligações, dormir, compra de passagem, volta para Cuiabá, dia dos namorados, tristeza, amor pela minha mãe e revendo amigos.
Julho: prova, cursinho, amigos, coisas mais suaves, algumas decisões, poucas ações e como de costume, problemas, principalmente familiar.
Agosto: fiquei doente, muito doente, aulas noturna, amizade colorida, momentos felizes, festa, morte, desespero, perda de um grande amigo, choro, aniversário, tristeza e os problemas persistem.
Setembro: vou me mudar novamente, depois do enem, fim do namoro, mais tristeza, mais choros e mais problemas, fiquei doente mais uma vez, cancelamento das aulas noturnas, estudos, foco, aniversário da minha mãe, coisas aparentemente melhor.
Outubro: decisões, vou para São Paulo, brigas, medo, insegurança, amigos, festa, aniversário do Jhou, prova do enem, dor de cabeça, arrumar as malas, ir ao shopping, chorar de rir, não querer partir, voo, finalmente em São Paulo, conversa pelo msn.
Novembro: prova, passei no vestibular, matricula, outros problemas apareceram, me apaixonei, fiquei doente, chorei, tomei injeçãoes, papo sério com um amigo, alguns conflitos, superação, felicidade, chuva, mais felicidade, estou enrolada com ele, estou em Atibaia, é definitivo, ele vem para SP, de volta para PG, pessoas brigando, falta de dinheiro , medo, quero minha mãe, saudade e ansiedade.
Dezembro: ele chegou, foi lindo! Oficialiazamos o namoro. Corinthians campeão, "aí que delícia!" Aproveitando cada momento, probleminhas, risos, sim, eu o amo, fome, sexo, remédio, 1 mês, comida finalmente, praia, sair, fotos, tristeza, ele se foi. Problemas, problemas e mais problemas aparecendo, superei, engoli sapos, dei banho em um cachorro, fiquei sem comer, véspera da véspera do Natal (23), praia, calor, sol, suor, protetor solar, água doce, água salgada, areia, casa, véspera de Natal (24), praia novamente, mais calor e mais sol, torrando, fiquei vermelha, cor do pecado, ceia, tristeza, nostalgia, sentindo a ausência de duas pessoas, volta para casa, briga, choro, taquei o foda-se, dormi mal, falei com mamis, decicões, Natal (25), fiz as malas, sai de casa, me refugiei na casa de um amigo, fui para Atibaia, família, criança (1 ano e 2 meses), sorrisos, me sinto melhor, saudade esta grande, final de semana será a virada do ano, festa e bebedeira, sentirei falta dela (mãe), dele (namorado) e deles (amigos).
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Pensamentos
Hoje, meu pensamento voou de encontro ao seu, mas no lugar dele encontrei você, em sua forma humana, sentado no escuro da noite em sua sacada, pensando, respirando, sobrevivendo. Quis te abraçar, mas não pude, afinal, era só o meu pensamento que estava ali, apenas te observei e ri, senti e vi você crescendo dentro de mim. Foi forte e bom.
Você andou até sua cama e eu estava lá, ao seu lado, deitada, você não me via e nem se quer imaginava que estaria ali, simplesmente sentiu e adormeceu. Te vi dormir, te vi sonhar, te vi sorrir.
O amanhecer já queria bater em sua porta, significando que a minha hora estava chegando, teria que voltar para mim, para a minha realidade longe de ti, teria que te deixar, eu não quis, resisti e chorei.
Estar ao seu lado era o que mais me importava naquele momento, porém uma força maior agiu em mim, eu voltei, estava em casa, sozinha, como todas as outras noites, dos meus olhos uma lagrima escorria. Eu queria ser única para você, queria fazer você acreditar nisso.
A lembrança de ter deitado contigo permanecerá em minha cabeça o resto do dia, a lembrança de algo que não aconteceu, a lembrança de um sonho, de um desejo.
Hoje, quando fui dormir, deitei e senti seu pensamento se deitando comigo, simplesmente senti, sorri e adormeci, com a certeza que você estava ali.
sábado, 5 de novembro de 2011
Vamos jogar um jogo?
Não somos nós que decidimos nada, apenas achamos que isso acontece. A vida brinca com a gente, com o que queremos, com os sentimentos e com os nossos sentidos. Chegamos ao limite muitas vezes, mas nunca paramos.
Nem sempre buscamos essas coisas, mas elas surgem e por quê? Para mascarar algo, para desenrolar outro nó ou simplesmente, para nos maltratar.
Como eu odeio a distancia, ela me impede de concretizar desejos, vontades, sonhos, de saciar a saudade, me impede de poder viver “isso” (que eu ainda não sei o que é), “isso” que eu só descobri ou só senti por causa dela. (agora eu te adoro dona distancia)
Brincalhona, brincante, esperta, malandra, não sei, só sei que ela (vida) brinca e joga comigo. Joga da forma mais suja, blefando e me enrolando, mas sinceramente, eu não ligo, eu até gosto e sabe por quê? Porque da um gostinho diferente a tudo, da UP nas sensações ainda desconhecidas, me da tesão, me da vontade de continuar e quem sabe um dia, eu ainda consiga vencer esse jogo, onde não há regras e nem macetes para vencer.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Apenas minha observação.
Quando o coração diz que sim, não adianta irmos contra e dizer que não, pois mais cedo ou mais tarde tudo acaba seguindo o percurso natural e aquilo que achávamos não querer que acontecesse, acontece, se tornando a essência dos nossos dias.
Hoje a noite (como todas as outras noites) eu quero te "ver" e mais uma vez pensar "Caraca, como eu adoro esse sorriso". Quero te deixar perplexo e sem saber o que falar. Quero te fazer ficar estático, apenas observando.
Quero apenas um encontro, o mais breve, se isso for possível.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Uma entre tantas ...
Essa é uma daquelas músicas que quando você gosta, não consegue parar de ouvir.
É uma daquelas que você se identifica totalmente com a letra e canta o mais alto que pode, só para mostrar para você mesmo que é bem isso que lhe acontece.
Ela se torna sua verdade, seu lema e seu modo de vida.
Enfim, chega de rodeios.
Quase sem Querer - Renato Russo
(Ainda prefiro ela na versão da Maria Gadú)
Tenho andado distraído,impaciente e indeciso.
Ainda estou confuso, só que agora é diferente,
Tô tão tranqüilo e tão contente.
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguem vê
E eu sei que você sabe.
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você estava chorando
E foi então que percebi
Como te quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.
É uma daquelas que você se identifica totalmente com a letra e canta o mais alto que pode, só para mostrar para você mesmo que é bem isso que lhe acontece.
Ela se torna sua verdade, seu lema e seu modo de vida.
Enfim, chega de rodeios.
Quase sem Querer - Renato Russo
(Ainda prefiro ela na versão da Maria Gadú)
Tenho andado distraído,impaciente e indeciso.
Ainda estou confuso, só que agora é diferente,
Tô tão tranqüilo e tão contente.
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguem vê
E eu sei que você sabe.
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você estava chorando
E foi então que percebi
Como te quero tanto.
Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.
Assinar:
Postagens (Atom)








